Leitura
Bond-maids são as kajiras do norte de Gor. Elas servem principalmente em Torvaldsland, uma cidade Goreana localizada na proximidade das Northern Forests.
Os Mestres, em Torvaldsland, são chamados de Jarls e (continua) Leia mais
É incrível como a falta de informação pode produzir absurdos irracionais; mas o mais incrível (e lamentável) é como pessoas até então sensatas podem propagar esses absurdos. Gor é um (continua) Leia mais
Esse texto foi postado no blog da minha kajira, já há algum tempo.Embora não se trate de um texto informativo sobre Gor, o julgo relevante, por tratar de um assunto (continua) Leia mais
Texto extraído da comunidade "GORBRASIL" do Orkut referente ao tópico "GOR e machismo"
GOR é machista?
Seria legal definir machismo. A definição da wikipédia que creio ir de encontro ao senso comum (continua) Leia mais
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE GOR E RESPONSABILIDADE
GOR respeita o SSC?O conceito do SSC (São, Seguro e Consensual) deve fazer parte de todo e qualquer relacionamento, seja ele fetichista ou não. (continua) Leia mais
Principais Bebidas Goreanas e Seus Significados
ALE
Bebida fermentada, equivalente à cerveja. Comumente armazenado em barris nas adegas das Tavernas.
Ale é a bebida mais frequentemente usada para comemorações.
“Era o Ale da (continua) Leia mais
Gor como filosofia e estilo de vida têm se difundido no Brasil, cada vez mais. Segue um pequeno estudo das manifestações litúrgicas Goreanas.Entende-se por liturgia o conjunto das manifestações públicas (continua) Leia mais
"Beleza e inteligência são coisas boas e desejáveis, mas a melhor escrava é a que ama mais intensamente."
(Magicians of Gor)
"Ela está presa pelo mais forte de todos os laços que (continua) Leia mais
Muito se fala sobre a filosofia goreana, mas o que vem a ser essa filosofia na verdade?Será que basta dizer que o lugar natural do homem é o de dominar (continua) Leia mais
Algumas pessoas acreditam que Mestres, Dominadores e em particular Mestres Goreanos não tem de responder a ninguém que não a si mesmos e não têm deveres, obrigações e rituais a (continua) Leia mais
 Texto extraído da comunidade "GORBRASIL" do Orkut referente ao tópico "Marcas"
O Branding é uma marca feita à ferro quente na escrava goreana dos livros, como um símbolo de que ela (continua) Leia mais
O sistema de castas
Antes de nos referir-mos aos Priest Kings, é importante entender que, como explicado em Tarnsman of Gor, o sistema de castas da contra-terra é um dos três (continua) Leia mais
A filosofia goreana se originou de um conjunto de 26 livros, conhecidos como “Crônicas da contra terra”, escritos pelo professor John F Lange, professor de filosofia do Queens College em (continua) Leia mais
Nos livros do John Norman, se verifica a existência de vários tipos de escravas.Alguns são viáveis no estilo de vida goreano, outros, apenas em on-line Gor e outros nem isso...bond-maidUma (continua) Leia mais
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É incrível como a falta de informação pode produzir absurdos irracionais; mas o mais incrível (e lamentável) é como pessoas até então sensatas podem propagar esses absurdos. Gor é um deles.
O que eu vejo é que muito se fala sobre o que pouco se conhece; tem gente que talvez por não ter o que falar com propriedade, prefere o escárnio; tem gente que morre de curiosidade mas não admite nem sob tortura que é um assunto que lhe desperta interesse; tem gente que (não sei porque cargas d'água) se sente ameaçada e começa a inventar coisas.
Quem me trouxe ao mundo BDSM foi uma Domme e, em algum momento da minha "infância fetichista" eu me vi sem minha mentora, sozinho num mundo estranho; comecei a procurar alguém que me pudesse orientar e nessa busca, acabei por fazer amizade com um Master Goreano, que de bom grado, assumiu a tutoria do pequeno sádico. Conforme meu crescimento como Dominador se acentuava, eu percebia que eles (os Goreanos) eram algo diferentes dos outros "pervertidos" que eu conhecia: eram pessoas muito reservadas e levavam a sério seu estilo de vida; quando comecei a frequentar os eventos Goreanos, percebi a riqueza de detalhes que é sua cultura e suas liturgias e foi onde eu experimentei pela primeira vez o sentimento de satisfação em ser servido pela escrava; vi nos olhos marejados dela, a emoção que, por outro lado, lhe aflorava pelo simples fato de servir ao seu Dono. Quando digo servir, me refiro a servir-Lhe alimento, de forma litúrgica como manda a tradição Goreana; uma coisa simples que desperta sentimentos profundos.
Primeira grande confusão: Gor não é BDSM! Existe um espaço onde pode ser incluído (se assim for o desejo do Master Goreano) práticas do BDSM, mas, sem elas, Gor ainda continua sendo Gor.
Já ouvi tantos absurdos que chega a ser hilário em certos casos:
- Para ser kajira a sub tem que cortar fora a ponta do dedo (tosco e sem noção; para ser kajira, ela precisa apenas querer servir ao seu Master e aprender sobre a cultura Goreana de forma a se portar como uma kajira); - A kajira tem que ter a marca do Master feita em branding (fala sério! o caso mais próximo disso que conheço é uma tatuagem que ela resolveu fazer para agradá-Lo); - Gor é fantasia, é o Harry Potter do SM (por acaso dogplay é o que? ageplay é o que? rapeplay é... e são coisas muito difundidas e praticadas dentro do BDSM; a questão é que a fantasia de cada um passa a ser realidade no momento em se vive a cena.); - kajira não pode falar, não pode isso, não pode aquilo (escrava pode? submissa pode? as kajiras que conheço são mulheres resolvidas, inteligentes e participativas); - Em Gor não existe safeword! (não existe realmente, mas a kajira é o bem mais precioso do Master Goreano e ele tem a obrigação de zelar pela integridade física e mental de sua posse; nas cidades Goreanas existe um Conselho cuja função, entre muitas outras, é controlar os abusos).
Eu tive a sorte de poder obter as informações e conhecer mais desse mundo diretamente das pessoas que trouxeram isso para o Brasil alguns anos atrás e hoje, tenho a honra de ser parte do círculo de amizades dessas pessoas (que não são tão isolados assim) e digo que muito, mas muito mesmo, do que se escuta sobre Gor, são coisas sem fundamento.
Mas de onde surgiu essa coisa toda? Na década de 60, um norte americano chamado John Norman (pseudônimo) começou a escrever uma série de livros de ficção chamada "Crônicas da contra-Terra"; nesses livros, é apresentada a história de Gor e seus costumes; e é em cima dessas descrições que os Goreanos como os conhecemos aqui, baseiam seus estilos de vida, tirando o que não se aplica, adaptando o que não se encaixa e vivendo tudo o que é possível.
Sargento Carrasco
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